Primeiramente é importante aprender a diferença entre a fervura e a pasteurização no preparo do leite consumido por você e seus familiares. Tanto ferver quanto  pasteurizar tem o mesmo motivo: matar as bactérias do mal presente no leite tirado da vaca.

Se o motivo é o mesmo, a partir daí surgem as diferenças. No processo de fervura, o leite é aquecido à temperatura de 100 graus centígrados – conforme seu conteúdo seja exposto ao calor, geralmente produzido pelo fogo que sai de uma trempe de fogão.

A pasteurização se dá através do choque de temperaturas extremamente altas e o oposto, bastante baixas (geladas mesmo) a que é submetido o leite cru da vaca. Nesta operação, o resultado será um resfriamento de cerca de 4,5 graus centígrados, seguido de um aquecimento até 70 graus centígrados.

Bactérias “do bem”

Se o processo é diferente, o resultado também. Na verdade, se pasteuriza o leite para não se ter que fervê-lo. Os leites vendidos em supermercados em sua maioria são pasteurizados, porque com esse procedimento se matam as bactérias do mal, preservando-se os lactobacilos, que são as bactérias do bem, nutritivas e presentes na gordura do leite. Ao ferver o leite, todas as  bactérias são eliminadas, sejam as boas ou as maléficas.

Portanto, respondendo à pergunta do título, não se ferve leite pasteurizado porque não é necessário. Porque o procedimento de pasteurização é feito, justamente, para que não seja necessária a fervura. Aliás, é melhor que seja pasteurizado (e não fervido) porque assim o leite preserva todos os seus nutrientes indispensáveis à saúde de seus consumidores.

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